DICAS DE RH

6 de julho de 2018

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Sua equipe não está rendendo o que você imaginou? Os resultados estão baixando? Cuidado, isso pode ser um sintoma de exaustão emocional. A exaustão emocional é um estado atingido pela sobrecarga de esforço. Neste caso, não falamos apenas de excessos de tarefas de trabalho, mas também de colaboradores que assumem conflitos, responsabilidades ou estímulos emocionais ou cognitivos, muitas vezes negativos.

A exaustão emocional não vem de um momento para outro. Trata-se de um processo que ocorre lentamente, até que haja um ponto em que a pessoa (ou toda a equipe) entra em colapso. Essa quebra a submerge em paralisia, depressão profunda ou doença crônica. Ocorre um colapso na vida dos colaboradores, porque de certa forma, eles não aguentam mais carga.

Embora a exaustão emocional seja sentida como cansaço mental, geralmente está acompanhada de uma grande fadiga física. Quando isso acontece, há uma sensação de peso, de incapacidade de seguir em frente. Situação da qual, muitas equipes de trabalho se encontram hoje e, gestores por não saberem o que fazer, acabam solicitando a demissão destes colaboradores.

Como identificar os sintomas? Antes que apareça a exaustão emocional propriamente dita, há algumas indicações que a anunciam. São sinais aos quais, em geral, não são dados muita importância. Se os notarmos, as medidas podem ser tomadas a tempo. Os sintomas iniciais da exaustão emocional são:

  • Cansaço físico: A pessoa ou equipe se mostra cansada com frequência. A partir do momento da primeira tarefa do dia, sente como se fosse extremamente árduo e gera sofrimento.
  • Insônia: Por mais contraditório que pareça, uma pessoa com exaustão emocional apresenta dificuldade para dormir. Sempre tem problemas aos quais dedica tempo demais e que fazem com que seja difícil pegar no sono, se você gestor não souber como identificar este sintoma, poderá fazer uma pesquisa sobre a qualidade do sono e descanso dos colaboradores.
  • Irritabilidade: Há desconforto e perda de autocontrole com certa frequência. A equipe que está  exausta parece sempre mal-humorada e é muito sensível a qualquer crítica ou gesto de desaprovação do gestor ou líder.
  • Falta de motivação: Aqueles colaboradores que estão sofrendo de exaustão emocional começam a agir mecanicamente. Como se fossem obrigado a fazer o que fazem o tempo todo. Não tem entusiasmo ou interesse em suas atividades.
  • Distanciamento afetivo: As emoções começam a ficar cada vez mais planas. É como se, na verdade, a pessoa não sentisse praticamente nada.
  • Esquecimentos frequentes: Não importa quantas vezes você já tenha informado, escrito em murais ou feito memorandos, a saturação de informações e/ou estímulos leva a falhas na memória. A equipe parece esquecer com facilidade as pequenas coisas (e também as grandes).
  • Dificuldades para pensar: As pessoas se sentem confusas com facilidade. Cada atividade implica um gasto maior de tempo, as reuniões tornam-se mais longas para serem explanadas, porque agora a equipe aparenta raciocinar lentamente.


E a saída? O que o gestor de recursos humanos pode (e deve) fazer? A melhor maneira de conseguir que sua equipe supere a exaustão emocional é, naturalmente, proporcionando o descansando. Você tem que encontrar uma estratégia de atender aquilo que a organização precisa, mas também propiciar um tempo livre para que a equipe possa relaxar e aproveitar. Um bom começo pode ser analisando colaboradores que estejam com o período de férias em atraso ou irregular. Isso não pode acontecer, e você precisa normalizar isso por dois motivos: o motivo legal da organização e também a saúde do próprio colaborador.

Outra solução é trabalhar para construir uma atitude diferente diante da equipe diante as tarefas e funções diárias. Cada dia deve incluir horários para dedicar aos compromissos e também momentos para breves intervalos e descansos, buscando propiciar atividades que sejam gratificantes à todos, as famosas dinâmicas de grupos, podem ser um bom caminho.

Finalmente, é muito importante trabalhar a questão de satisfação e identificação do seu eu interior com cada colaborador, para isso, nada melhor do que dedicar um momento para conversar individualmente com cada indivíduo que esteja apresentando os sintomas citados. Busque encontrar com ele os motivos de origem, entender o seu dia a dia, colocar-se no lugar do outro e jamais julgar. Ensine-o a fazer pausas, respirar, reconectar com o que ele é realmente e com o que deseja ser. É fundamental desenvolver uma atitude de compreensão e bondade com a sua equipe de trabalho. Caso contrário, mais cedo ou mais tarde, será impossível seguir adiante, e você correrá o risco de precisar iniciar tudo do zero.

10 de junho de 2018

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Ser gestor ou líder de uma equipe nem sempre é fácil, e nós gestores em atividade, sabemos que liderar e motivar colaboradores, nem sempre é uma tarefa fácil.

Então a primeira coisa que gostaria de deixar claro aqui, é a definição de gestor que sigo e gostaria de compartilhar com vocês:
Ser um bom gestor de equipe é a capacidade de uma pessoa motivar e influenciar seus colaboradores, de forma ética e positiva, para que contribuam de forma saudável e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização.
Mas, se as coisas não correm como o esperado, como motivar a equipe? Se você é o gestor de uma equipe, você sabe que é fundamental buscar a melhor forma de conduzir as pessoas para os objetivos da organização. É importante sempre tentar fazer a sua equipe atingir sua maior performance e conseguir com que todos os colaboradores deem o melhor de si e sejam o melhor que eles podem ser para a organização.

Mas, como agir se essa equipe está desmotivada? Pois bem, ao debater este assunto com outros gestores, palestrantes e até mesmo amigos, percebi que os líderes esperam grandes receitas milagrosas que prometem transformar a sua equipe do dia para a noite, do oito para o oitenta, do zero para o 100%.

Então, este é o segundo tópico desta postagem: não existe receita motivacional milagrosa. A motivação da sua equipe é o resultado de um conjunto de ações que você realizou e ainda realiza diariamente.

Dessa forma, selecionei dezenas de dicas e tomadas de atitudes que um bom gestor deve tomar para motivar e incentivar a sua equipe. Segue nessa primeira postagem especial sobre a motivação equipes, quatro dicas que podem começar a mudança do rumo e do ritmo da sua equipe de trabalho.


  • DICA 01 - Alinhar a sua empresa: Um dos passos mais importantes da base motivacional de uma empresa é estar alinhado com todos os setores da empresa. De início, você como um bom gestor deve conhecer todos os processos da empresa do começo ao fim, desde o administrativo aos comerciais e operacionais, conhecendo também os pilares básicos da organização.
  • DICA 02 - Reconheça e acompanhe o dia a dia da empresa: Como um bom gestor vocês precisa estar a par do que acontece na sua organização, e isso é extremamente importante para garantir que seus funcionários confiem em você. O ideal é ser sempre o mais claro possível e se comunicar constantemente com seus colaboradores. Use os mecanismos de comunicação interna (como boas reuniões, memorandos, e-mails e mensagens eletrônicas com utilidade), e lembre-se de sempre valorizar uma conversa olho no olho. Procure ouvir atentamente e entender quais são as dificuldades e insatisfações dos seus colaboradores. E, o mais importante, apresente soluções para as demandas que forem reportadas.
  • DICA 03 - Saiba elogiar: Um bom líder sabe identificar os resultados e sempre orienta quando a situação exige. Todo colaborador gosta de receber um feedback positivo após um trabalho bem feito, e isso o motiva a sempre se dedicar a entregar bons resultados. Mas, a principal ênfase desta dica deve ser para o elogio ao colaborador e jamais para a crítica, nem mesmo crítica construtiva. Crítica não existe. Pois você deve conhecer diversas pessoas que criticam outras pessoas sobre hábitos ou vícios, exemplo: você sempre chega atrasado, precisa parar de chegar atrasado. E a situação não muda. Então procure algum outro ponto positivo e elogie, ressalte os pontos positivos daquelas pessoa. Pois, tudo aquilo que recebe energia (elogio) tende a crescer e se desenvolver.
  • DICA 04 - Desenvolva a percepção e inteligência emocional da sua equipe: A inteligência emocional desempenha um papel fundamental na equipe. Os bons gestores são aqueles que não perdem o controle, são autoconfiantes e enfrentam os desafios de forma calma, deixando de lado os problemas pessoais. Se você quer se tornar um bom líder, desenvolva sua competência emocional, uma boa dica é um treinamento que conheço o orientador, o palestrante e coach Henrique Amaral, e que vem transformando a vida e o relacionamento de muitos gestores e equipes, o Treinamento VAP (Vida em Alta Performance), um treinamento de final de semana, em que você irá reconhecer seu eu interior, liberar seus complexos e quebrar muitos paradigmas que estão trancando o seu desenvolvimento e o desempenho da sua equipe de trabalho, através de aulas expositivas, vivências, dinâmicas, vídeos e exercícios práticos, diversos sentimentos e comportamentos indesejados são transformados, para gerar mudanças efetivas e espontâneas em sua vida pessoal e profissional.


8 de junho de 2018

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O vídeo motivacional mais usado pelos gestores de todo o Brasil, o filme "Gladiador" é um verdeiro poço de cenas e diálogos motivacionais, tanto diretamente para a pessoa que está assistindo, quando para a equipe de trabalho.

Nos últimos dias do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano. Um filme épico repleto de ação e indicado a 12 Oscars. Levando 05, incluindo o de Melhor Ator para Russell Crowe.


Resumo

O ano é 180 e o general romano Máximo (Russel Crowe), servindo ao seu imperador Marco Aurélio (Richard Harris), prepara seu exército para impedir a invasão dos bárbaros germânicos. Durante o combate, Máximo fica sabendo que Marco Aurélio, já velho e ciente de sua morte, quer lhe passar o comando do Império Romano. A trama onde Cômodo (Joaquin Phoenix), filho do imperador, mata o pai, assumindo o comando do Império, não é historicamente verídica. Na verdade, Cômodo assumiu quando seu pai morreu afetado por uma peste, adquirida durante uma nova campanha no Danúbio.
Enquanto Cômodo assume o trono, Máximo que escapa da morte, torna-se escravo e gladiador, travando batalhas sangrentas no Coliseu, a nova forma de divertimento dos romanos.

Máximo, disposto a vingar o assassinato de sua mulher e de seu filho, sabe que é preciso triunfar para ganhar a confiança da platéia. Acumulando cadáveres nas arenas o gladiador luta por uma causa pessoal, de forma quase que solitária e leva benefícios ao povo, submetido pela política do "pão e circo".

"Nesta vida ou na próxima eu terei minha vingança". Máximo sabe que o controle da multidão será vital para que possa arquitetar sua vingança, que culmina em um combate com o próprio Cômodo.


7 de junho de 2018

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Olá galera do Blog Gestão em Recursos Humanos, como vocês estão? Após os obstáculos das greves e manifestações, parece que o país retorna para o seu eixo central de desenvolvimento e busca seguir em frente. Espero que sua empresa e equipe estejam conseguindo dar continuidade em seus projetos e trabalhos.

Bem, então vamos ao que interessa. Hoje eu trouxe um vídeo bem especial de um cara que está fazendo um grande sucesso no Youtube, Thiago Rodrigo. Ele aborda diferentes temas, com simpatia e facilidade, mas separei um em especial que gostaria de convidar você para assistir e quem sabe até compartilhar para a sua equipe.

Thiago explica no vídeo, a diferença entre ser algo e o momento em que elas talvez estejam passando. Parece complicado agora, mas assista o vídeo abaixo que você vai entender. Vale muito a pena:

24 de abril de 2018

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Parece uma coisinha simples de ser resolvida, mas essas duas siglas tem se tornado grande vilões em processos trabalhistas nas mais diferente empresas de todo o Brasil. Os famosos VT (vale-transporte) e VR (vale-refeição) são o foco dessa postagem do Blog Gestão em Recursos Humanos. O que podemos fazer e como proceder em cada situação?

Vamos começar pelo VT (vale-transporte):

A MP 280/2006 permitia, a partir de 01.02.2006, o pagamento do benefício em pecúnia (dinheiro). No entanto, a referida MP foi convertida na Lei 11.311/2006, a qual vetou a alteração do art. 4º da Lei 7.418/85, mantendo a proibição da concessão do VT em dinheiro. Embora a legislação estabeleça que o fornecimento do VT não nem natureza salarial e nem constitui remuneração para base de cálculo de INSS, FGTS ou IRF, é vedado ao empregador substituir o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento, salvo se houver falta ou insuficiência de estoque de vale-transporte (dos fornecedores) necessário ao atendimento da demanda e ao funcionamento do sistema.

Portanto, só caberá o pagamento em dinheiro se o empregado tiver efetuado, por conta própria e por insuficiência de estoque do fornecedor, a despesa para seu deslocamento, situação esta em que o empregado poderá ser ressarcido pelo empregador, na folha de pagamento imediata, da parcela correspondente.

Não obstante, a Jurisprudência entende que, por força do art. artigo 7º, inciso XXVI da Constituição Federal (reconhecimento dos acordos e convenções coletivas), uma vez estipulado na convenção coletiva da categoria, respeitado os limites determinados por lei e a não vinculação ao salário, o vale-transporte pode ser pago em dinheiro.

E agora, vamos falar do famoso VR ou VA (vale-refeição ou vale-alimentação):

A lei estabelece que "além do pagamento em dinheiro, compreende-se no salário, para todos os efeitos legais, a alimentação, habitação, vestuário ou outras prestações 'in natura' que a empresa, por força do contrato ou do costume, fornecer habitualmente ao empregado. Em caso algum será permitido o pagamento com bebidas alcoólicas ou drogas nocivas." Para que o valor correspondente a alimentação, não seja considerado salário, o empregador e a empresa fornecedora devem estar inscritas no PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador), conforme artigo 214, § 9.° do Decreto 3048/99. Segundo a Legislação do PAT, o benefício concedido ao trabalhador não poderá ser dada em espécie (dinheiro).

Dentro do Programa tem várias modalidades que poderão ser adotadas pela empresa. Confira aqui o link direto para o PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador).

Agradecimento a equipe da empresa Assercon.